Às vezes eu sou eu
Nem sempre sou quem sou,
Sem querer, não fui eu,
Para a lua eu não vou.
Tantos lugares são estranhos,
Todos os extraterrestres são humanos.
Várias estrelas andam para o norte
Eu sigo em direção a morte.
A fumaça que cobre a montanha,
É o suspiro de uma aranha,
Despida, com um pouco de medo,
Há caminho do desespero,
O relógio indica o tempo,
O tempo que não vai voltar,
A terra mostra os desejos,
Que o coração conseguir suportar.
Os olhos de um sentimento
São livres para olhar
A culpa de um casamento,
É tentar, mas não saber amar.
O indicador apontava para o sul,
Uma mente sem juízo
Talvez o céu esteja azul,
Quero todos os dias no paraíso.
Se o céu fosse terra,
Eu estaria no inferno,
Se o inferno fosse no outono
Eu queria estar no inverno.
quarta-feira, 29 de abril de 2009
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